domingo, 12 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
MonkeyLectric--revolutionary bicycle lighting
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Plano B - Caloi
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010


segunda-feira, 13 de setembro de 2010




Contos das 1001 Miglia's: 1001 miglia na TV Italiana
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
For those who believe that suspension bike is a recent ... see what inspired!

A primeira suspensão traseira de bici, 1891

quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Copenhagen Bike Paths - An Example To All Cities
Recebi essa mensagem em meu mail box e entendi que seria interessante publicar... com o video...
Em 1962, Copenhague, a capital dinamarquesa, foi tomada por uma polêmica. Estava nos jornais:
“Nós não somos italianos”, dizia uma manchete.
“Usar espaços públicos é contrário à mentalidade escandinava”, explicava outra.
O motivo da polêmica:
Um jovem arquiteto chamado Jan Gehl, que tinha conseguido um emprego naprefeitura meses antes, estava colocando suas manguinhas de fora. Gehl, que tinha 26 anos e era recém casado com uma psicóloga, vivia ouvindo dela a seguinte pergunta: “por que vocês arquitetos não se preocupam com as pessoas?”. Gehl resolveu preocupar-se. E teve uma ideia. Havia em Copenhague uma rua central, no meio da cidade, cheia de casas imponentes e de comércios importantes. Era uma rua que tinha sido o centro da vida na cidade desde que Copenhague surgiu, no século 11 – a rua viva, onde as pessoas se encontravam, onde conversavam, onde os negócios começavam, os casais se conheciam, as crianças brincavam, a vida pública acontecia. Nos anos 1950, os carros chegaram e aos poucos essa rua foi virando um lugar barulhento, fumacento e perigoso. As pessoas já não iam mais lá. Trechos inteiros tinham sido convertidos em lúgrubes estacionamentos. Pois bem. Aquele jovem arquiteto tinha um plano: fechar a rua para carros. Copenhague não aceitou facilmente a novidade. Os comerciantes se revoltaram, alegaram que os clientes não conseguiriam chegar. São dessa época as manchetes de jornal citadas no começo do texto. O que os jornais diziam fazia algum sentido: Copenhague não é no Mediterrâneo. Lá faz frio de congelar – o mês de dezembro inteiro oferece um total de 42 horas de luz solar. Ninguém quer andar de bicicleta, ninguém quer caminhar. Deixe meu carro em paz. Mas o jovem arquiteto ganhou a disputa. Nascia o Strøget, o calçadão de pedestres no meio da cidade que hoje é a maior atração turística de Copenhague. As pessoas adoraram a rua para pedestres desde que ela foi fundada. Na verdade, o comércio da região acabou lucrando muitíssimo mais, porque a área ganhou vida e gente passou a caminhar por lá a todo momento. É até lotado demais hoje em dia. O arquiteto Gehl caiu nas graças da cidade e continuou colaborando com a prefeitura. Suas ideias foram se aprimorando. Ele descobriu que o ideal não é segregar pedestres de ciclistas de motoristas: é melhor misturá-los. Alguns de seus projetos mais interessantes são ruas mistas, nas quais os motoristas sentem-se vigiados e dirigem com um cuidado monstro. Outra sacada: que essa história de construir ruas para diminuir o trânsito é balela. Quanto mais rua se constrói, mais trânsito aparece. Quanto mais ciclovia, mais gente abandona o carro. Em grande medida graças às ideias de Gehl, Copenhague é a grande cidade europeia com menos congestionamentos. 36% dos deslocamentos são feitos de bicicleta, mesmo com o clima horrível de lá, e a população tem baixos índices de obesidade e doença cardíaca. “Copenhaguizar” virou um verbo: significa tornar uma cidade mais agradável à maneira de Copenhague. Jan Gehl abriu um escritório de arquitetura cuja filosofia é “primeiro vem a vida, depois vêm os espaços, depois vêm os prédios”. Ele passou a ser contratado por várias cidades australianas interessadas em “copenhaguizaçã o”. Seus projetos revolucionaram Sidney, Perth e Melbourne, tornando seus centros mais divertidos, cheios de cafés, arte e vida, reduzindo carros, atraindo gente para fora de casa. De uns tempos para cá, Gehl, que hoje tem 74 anos, passou a ser procurado pela “big league” das cidades: Londres e Nova York o contrataram como consultor para transformar seus espaços urbanos. Ambas têm feito muito desde então.
Enquanto isso, aqui na minha cidade, se alguém fala em melhorar o espaço público, logo ouve:
“Nós não somos dinamarqueses. Usar espaços públicos é contrário à mentalidade brasileira.”
50 anos atrasado...
Outra frase que se ouve muito aqui:
“Brasileiro adora carro.”
Adora nada, meu filho, presta atenção. Isso é propaganda de posto degasolina!
*Por Denis Russo Burgierman*
Fixed Gear Riga
domingo, 1 de agosto de 2010




sexta-feira, 30 de julho de 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Black Sand 420

Um sonho tornado realidade... Lungavita é uma bicicleta que Giovanni Pinarello estava muito interessado em fazer. Este modelo inclui uma homenagem aos esquemas de cores das antigas bicis Pinarello de 1951, com as cores que estavam na moda no momento. A armação é feita de alumínio 6061 T6 e, estritamente, em uma versão única, com os aros pintados de branco - uma raridade neste sector. As versões para 2011 surgem com um grafismo mais arrojado remetendo a art pop dos anos 80. Além disso, esse grafismo entra em sintonia com a linguagem atual utilizada na programação visual de fixas ou singles nos grandes centros. Um efeito visual mais jovial e com personalidade.
A Lungavita é a bicicleta ideal para as capitais do mundo onde este tipo de quadro é muito apreciada por sua leveza 1510gr ( tamanho 54) e versatilidade. De Nova York a Tóquio, uma nova geração de ciclistas está descobrindo o gosto do retro Pinarellostyle.
|...| A dream come true ... Lungavita is a bike that Giovanni Pinarello was very interested in doing.This model includes a tribute to the color schemes of the old Pinarello Bicycles, 1951, with the colors that were fashionable at the moment. The frame is made from 6061 T6 aluminum, and strictly on a single version, with the rims painted white - a rarity in this sector. The versions for 2011 come with a bolder graphic art refers to 80s pop. Also, this graphics in tune with the current language used in visual programming of fixed or singles in major centers. A visual effect and more youthful personality. The Lungavita is the ideal bike for the capitals of the world where this type of frame is very appreciated for its lightness 1510gr (Size 54) and versatility. From New York to Tokyo, a new generation of riders is discovering the taste from retro Pinarellostyle|...|


terça-feira, 13 de julho de 2010



segunda-feira, 28 de junho de 2010


sábado, 26 de junho de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010

